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AFRICA NOTÍCIAS...

FUNDADOR DA CÂMARA DE COMÉRCIO AFRO-BRASILEIRA
 
    
             Os 53 países independentes e soberanos do Continente Africano, ocupam uma área de 32.500.000 Km2, e detêm significativa parcela das riquezas do subsolo do mundo, com uma população aproximada de 700 milhões de habitantes.
            
Hoje, o povo africano, através de suas representações, participa dos grandes fóruns internacionais nos quais se decide o destino da humanidade; portanto, os seus descendentes fora da África, especificamente aqui no Brasil, devem se desenvolver politicamente paraparticipar em todos os patamares da hierarquia sócio, político e econômica, para influir nas decisões do destino do Brasil.
 
A exemplo de outras etnias, a aproximação da África com o nosso país, além de propiciar o aumento do processo de trocas comerciais e de cooperação técnica, constituirá um forte alicerce para o desenvolvimento da Comunidade Afro-Brasileira, e ensejará ao Brasil o resgate da grande dívida que contraiu com o povo africano ao longo da história.

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Com os meus cumprimentos,
            
    Adalberto Camargo
            Mensagem de janeiro de l972.
 
 
ADALBERTO CAMARGO –* 1.923 /+ 2.008
Atividades políticas

1966 – Na qualidade de representante do Estado de São Paulo no Congresso Nacional, foi eleito Deputado Federal para a Legislatura de 1967/1970.
 
1970 – Reeleito Deputado Federal para a Legislatura 1971/1974.
1974 – Reeleito Deputado Federal para a Legislatura 1975/1978.
1978 – Reeleito Deputado Federal para a Legislatura 1979/1982.
1986 – Candidatou-se a Senador por São Paulo, obtendo 280 mil votos.
1989 – Fundou e Presidiu em nível nacional o Partído Democrático.
2003 – Membro da Comissão Executiva Municipal do Partido Progressista – PP.
Foi eleito Vice-Presidente da Comissão de Relações Exteriores; Vice Presidente da Comissão de Transportes e Membro da Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados.
Criou e presidiu a Subcomissão de Relação Exteriores no Congresso Nacional, que tratou da integração entre e os países do Continente Africano.
Participou como Membro do “Grupo União Interpalamentar Internacional” de eventos realizados nas cidades de Lagos/Nigéria e Madri/Espanha.
Precursor do processo para integrar a Comunidade Afro, na hierarquia sócio-político e econômica, visando maior participação na sociedade brasileira.
Desde 1968 apresenta à vida pública inúmeros candidatos na Capital e no Interior de São Paulo, dos quais, foram eleitos para os Poderes Legislativos, tanto Estadual como Municipal, representantes visando um fortalecimento político da Comunidade Afro.
Incentivou o aumento da freqüência dos membros da comunidade nas Universidades, através de Bolsas de Estudo, obtidas junto aos poderes públicos.
Autor de diversos projetos, visando a problemática Afro-Brasileira e sua participação no processo político-social e econômico, em todos os níveis da hierarquia da sociedade brasileira.
A convite do governo americano, visitou os EUA para contatos políticos e empresariais com membros da Comunidade Afro-Americana.
Recepcionou Mr. Ronald H. Brown, Secretário do Comércio dos EUA, tendo iniciado, na oportunidade, o desenvolvimento de projeto político para fomentar o relacionamento econômico e comercial entre as comunidades empresariais Afro-Brasileira e Afro-Americana, em benefício de ambos os países.
Foi eleito Presidente Regional do PRP – Partido Republicano Progressista, exercendo, atualmente, o cargo de Vice-Presidente do Diretório Nacional e do Diretório Regional do Estado de São Paulo.
Atividades comerciais

    1959 – Fundou da Auto-Drive S/A., empresa pioneira na locação de veículos na cidade de São Paulo.
 
1964 – Constituiu a empresa Meca-Nova S/A., concessionária Volkswagen.
1964 – Fundou da Companhia de Táxi Amarelinho S/C.


1968 – Fundou da Câmara de Comércio Afro-Brasileira, com a presença de representações diplomáticas brasileiras e africanas; sendo eleito, na ocasião, Presidente da entidade.


1969 – Fundou da empresa Afroamérica Importação e Exportação Ltda. Ocupou o cargo de Diretor.


1972 – Assumiu a Diretoria da Panáfrica Importação e Exportação Ltda.
1973 – Criou a Editora Afro-Brasilei

ra Ltda., que edita a Revista AFROCHAMBER, com circulação dirigida aos empresários, Governo, Entidades Brasileiras e Africanas.
1974 – Organizou e conduziu a “I Missão Comercial Brasileira” a 9 países da África, missão composta por 40 empresários; na oportunidade foram expostos e promovidos diversos produtos brasileiros.


1977 – Eleito como Diretor da “Federação do Comércio do Estado de São Paulo”.


1980 – Organizou e realizou o “I Simpósio Brasil- África de Comércio”, em co-patrocínio com uma Comissão Interministerial e Governo do Estado de São Paulo, que teve a participação de cerca de 300 Empresários africanos, vindos de 33 países.


1980 – Na qualidade de Presidente da Câmara de Comércio Afro-Brasileira, participou da Delegação do Ministro das Relações Exteriores, S. Exa. Dr. Saraiva Guerreiro, em missão oficial, que visitou a Tanzânia, Zimbabwe, Angola, Zâmbia e Moçambique.


1981 – Participou com o Ministério das Relações Exteriores, da Comissão Mista Bilateral do Brasil com os seguintes países: Nigéria, Senegal, Gabão, Gana, Costa do Marfim, Zaire, Angola, Moçambique, Argélia, Cabo Verde e Guiné-Bissau.
1983 – Fundou a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Nigéria, com a presença de representantes diplomáticos nigerianos e brasileiros, no plenário da Associação Comercial do Estado de São Paulo.


1982 – Juntamente com autoridades e empresários nigerianos, participou na instalação da Câmara Comércio e Indústria Nigéria-Brasil, sediada em Lagos, quando foi assinado Acordo de Cooperação entre as duas Câmaras, durante a visita do presidente da República do Brasil àquele País.


1983 – A convite de S. Exa. o então Presidente da República, General João Baptista Figueiredo, e na qualidade de Presidente da Câmara de Comércio Afro-Brasileira, fez parte da Comitiva Oficial que visitou cinco países africanos, a saber: Nigéria, Cabo Verde, Senegal, Guiné Bissau e Argélia, quando foram assinados diversos Acordos de Cooperação Técnica e Comercial.


1989 – Coordenou a vinda de inúmeros empresários africanos para participar do “16th ISBC – International Small Business Congress”, organizado pela Associação Comercial do Estado de São Paulo, quando se reuniram 66 países, sendo 16 do Continente Africano.


1990 – Organizou e coordenou a vinda de uma Delegação composta de 120 empresários da República dos Camarões, para participar do “I Encontro Empresarial Brasil/República de Camarões”, realizado em São Paulo. Durante todo esse período, participou de inúmeras Feiras Internacionais, liderando as delegações, promovendo os produtos brasileiros e desbravando o mercado africano. Na qualidade de Presidente de Câmara de Comércio Afro-Brasileira, recepcionou, ao longo dessas duas últimas décadas, cerca de 155 missões governamentais e empresariais dos países do Continente Africano, em visita ao Brasil, para contatos diplomáticos e comerciais.


2003 – A convite de Presidente da República, Sua Excelência Luiz Inácio Lula da Silva, participou da Missão Empresarial Oficial, na qualidade de Presidente da Câmara de Comércio Afro Brasileira que visitou o seguintes países: São Tome e Príncipe, República de Moçambique, República de Angola, República da Namibia e República da África do Sul.
    Condecorações

    
 


Adalberto Camargo recebendo Ordem do Rio Branco, no grau de Comendador

25/01/71 – “DIPLOMA DE GRATIDÃO” agraciado pela Câmara Municipal de São Paulo pelo bom desempenho como representante no Congresso Nacional.
30/11/72 – Recebe da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo a Medalha da Independência, pelas atividades desenvolvidas em prol do sentimento cívico nacional.
27/01/78 – “MEDALHA ANA NERI” agraciada pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração.
01/12/78 – “DIPLOMA DE IRMÃO PROTETOR” recebido da Irmandade Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, pelos relevantes serviços prestados.
18/07/79 – Recebe o Título de “Gran Oficial” da Ordem Nacional do Mérito, outorgado pelo Presidente da República do Paraguai.
18/07/80 – “MEDALHA M.M.D.C.” conferida pela Sociedade Veteranos de 1932, pela participação no Movimento Constitucionalista.
15/06/81 – “GRANDE OFICIAL NA ORDEM DE IPIRANGA” outorgada pelo Governo de São Paulo.
07/03/82 – ” SÓCIO VITALICIO FUNDADOR” e “SÓCIO BENEMÉRITO” recebido do Aristocrata Clube, por relevantes serviços prestados.


Nov/83 – “MEMBRO DA ORDEM NIGER” admitido na M.O.N. pelo Governo Nigeriano, na oportunidade da visita do Presidente João Baptista Figueiredo, àquele país.


14/10/89 – “DIPLOMA DE GRATIDÃO” agraciado pela Coletividade Negra de Muriaé/MG, pelos relevantes serviços prestados à causa Afro-Brasileira.


29/04/92 – “COMENDADOR” admitido na ordem de Rio Branco, por ato do Exmo. Sr. Presidente da República, com o “GRAN COLAR NO GRAU DE COMENDADOR”, como reconhecimento do Governo Brasileiro pelos relevantes serviços prestados ao País, no estreitamento das relações e intercâmbio comercial Brasil-Continente Africano.


03/12/93 – “DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO”, outorgado pela Associação dos Cônsules Honorários no Brasil, pelos relevantes serviços prestados em prol da integração dos países Africanos com o Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

AS VIRTUDES DO BABAÇU
 
 
O babaçu, também conhecido como coco-de-macaco ou coco-de-palmeira, é considerado um dos símbolos do Maranhão. Com múltiplos usos, a planta pode fornecer desde óleo de cozinha extraído de suas amêndoas até insumos para construção. Outra virtude da planta é ajudar no combate a Leishmaniose, como mostra conclusão de estudos conduzidos pelo grupo de pesquisa Farmacologia, Imunologia e Toxicologia de Produtos Naturais e apresentados em conferência na tarde desta quinta-feira na reunião da SBPC.


Segundo testes experimentais apresentados por Maria Nilce de Sousa Ribeiro, farmacêutica e pesquisadora do grupo, a planta tem uma ação de fortalecimento da defesa do organismo contra a doença. “O babaçu não ataca diretamente o protozoário causador da leishmaniose, mas pode facilitar uma resposta imunológica contra a doença”. Maria Nilce explica que a planta pode ser combinada com outras substâncias que combatam diretamente o micróbio.


O grupo de pesquisa maranhense trabalha no desenvolvimento de estudos e metodologias que visam à utilização segura de plantas e produtos medicinais conhecidos pela cultura popular sob diversas formas de preparo, como chás, infusões e xaropes. Em particular, Maria Nilce revela a importância do babaçu para as comunidades do Maranhão: “Sessenta por cento dos babaçuais do mundo estão no Maranhão: são 300 mil famílias que dependem do aproveitamento do babaçu”, diz .


Além do babaçu, Maria Nilce e outros dois pesquisadores, Luce Maria Brandão Torres, Centro de Pesquisa em Ecologia e Fisiologia e Antonio José Lapa, da Universidade Federal de São Paulo, apresentaram os resultados de testes feitos com plantas típicas do norte do país, como a Quassia amara – usada no tratamento de malária.
Por Francisco Brasileiro
Foto: Mariana Amaro/INFO Online

 

 

 

Exposição

Artes plásticas
Exposição na UnB exibe quadros de Dias Paredes



UnB Agência

Alexandra Martins/UnB Agência

 

 

O artista negro paraibano expõe duas de suas obras que percorreram o mundo. Ele combina artes plásticas e literatura em seus trabalhos



O Centro de Convivência Negra (CCN/UnB) expõe, em sua sala de reuniões, dois quadros do renomado artista plástico negro Dias Paredes. As obras estão abertas a visitação das 8h às 17h. Até junho deste ano, as pinturas farão parte da exposição maior integrada por 15 pintores titulada “Artistas Negros por Direitos Humanos”. A ideia susrgiu da parceria entre o pintor e o assessor de diversidade e apoio aos cotistas da UnB, Ivair dos Santos. A mostra será realizada na UnB, em local ainda não definido e deve visitar Ceilândia, cidade com grande população negra.

Recentemente, as obras de Dias Paredes expostas no CCN/UnB fizeram parte da exposição "Negras Memórias, Memórias de Negros", de curadoria de Emanuel Araújo, que foi exibida em diversos países e fez sua última parada no Museu Oscar Niemayer (MON), em Curitiba.

PROJETOS – A amizade entre o pintor e o gestor se deu por interesses comuns. Dias Paredes, além de artista plástico, é estudante de direito no Centro Universitário UDF e interessado em direitos humanos. Ivair dos Santos trabalhou durante 16 anos na Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e tem sua tese de doutorado sobre práticas de racismo. O acordo entre os dois prevê uma “troca cultural”: Ivair ajuda o pintor na seleção de referências bibliográficas em direitos humanos e Dias Paredes auxilia o assessor em temas que envolvam as artes.

Alexandra Martins/UnB Agência


O professor Ivair dos Santos propõe uma série de iniciativas sobre a cultura negra


Ivair dos Santos, que assumiu o cargo no CCN/UnB em dezembro de 2011, quer realizar outras iniciativas sobre a cultura negra. “Já estamos promovendo encontros com cientistas, artistas, empresários e os nossos alunos. Verificamos que a troca de experiências entre os profissionais e os estudantes é muito importante para ambos os grupos”, explicou o assessor. Os encontros acontecem desde janeiro, sempre às terças-feiras, às 9h, no CCN/UnB. Além disso, outras propostas do assessor estão previstas. No dia 20 de março, será realizado um seminário sobre o político Amílcar Cabral, de Guiné-Bissau. O 1º Encontro de Estudantes Africanos deve acontecer no Dia da África, em 25 de maio.

BIOGRAFIA – Nascido em João Pessoa, Dias Paredes mora há dez anos em Brasília. Na juventude, foi militante político do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Ao mesmo tempo, formou parte do grupo performático Jaguaribe Carne junto com outros artistas paraibanos como Chico César, Pedro Osmar, Iverson Carneiro e Escurinho, entre outros. Ele retrata em seus quadros sua “vida como negro”. O artista também se preocupa em elaborar pinturas contemporâneas, globalizadas, associadas com a literatura. A principal influência de Dias Paredes é o poeta paraibano Augusto dos Anjos. “Eu escrevo nos quadros numa espécie de poesia pictórica”, diz o pintor. Num dos quadros expostos no CCN/UnB é possível perceber “Cuidado, tinta fresca” e “lixo” em alemão, em meio à sua “pintura de influencia expressionista com nexos universais entre o concreto e o abstrato”.

Mais informações sobre a mostra nos telefones 3107-3425/3107-3426 (Natalia ou Olavo) no CCN/UnB.

Pensamento do Dia

Um homem nunca deve envergonhar - se por reconhecer que se enganou, pois isso equivale a dizer que hoje é mais sábio do que era ontem. (Jonathan Swift) 

Eventos

 

VÍDEOS

Neste espaço serão postados vídeos que tematizam a questão racial, a fim provocar a reflexão sobre o tema por outros meios. (Os vídeos são de inteira responsabilidade de seus respectivos autores, não do Centro de Convivência Negra).


 


 
Evento: VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) (COPENE 2012)
Local: será sediado na cidade de Florianópolis - SC
Tema: “Os Desafios da Luta Antirracista no século XXI”
Homenageados: Vicente Francisco do Espírito Santo (in memoriam) e os professores Abdias do Nascimento (in memoriam), Lélia Gonzalez (in memoriam) e Kabengele Munanga
Quando: 16 a 20 de julho de 2012
 
A Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) - ABPN - constitui um dos órgãos fundamentais da rede de instituições que atuam na sociedade brasileira no combate ao racismo, preconceito e discriminação racial, com vistas à formulação, implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas para uma sociedade justa e equânime. A instituição congrega pesquisadores(as) negros(as) interessados em pesquisas acadêmicas em temas pertinentes à construção e ampliação do conhecimento humano e outros pesquisadores comprometidos com temas de interesse das populações negras no Brasil, África e Diáspora.
 
Nossa finalidade é o fortalecimento profissional dos nossos pesquisadores – homens e mulheres -, e a institucionalização dessa temática, considerando que o campo acadêmico dos estudos de relações raciais tem encontrado dificuldades para se afirmar no âmbito das Ciências Sociais e Humanas, dado o cerceamento de iniciativas e oportunidades aos e às que são vistos(as) como negro-negra que se dedicam à temática racial.
 
A ABPN tem a MISSÃO de: “congregar e fortalecer pesquisadores(as) negros(as) e outros(as) que trabalham com a perspectiva de superação do racismo, e com temas de interesse direto das populações negras no Brasil, na África e na Diáspora, defendendo e zelando pela manutenção da Pesquisa com financiamento público e dos Institutos de pesquisa em geral, propondo medidas para o fortalecimento institucional da temática das relações raciais”.
 
Após a constatação de que o racismo na Universidade se manifesta de forma insidiosa, muitas vezes fugidia, mas com resultados bem concretos: a perda de possibilidade de crescimento e desenvolvimento pessoal e coletivo, foi organizado o I Congresso de Pesquisadores Negros, em 2000. Ele foi coordenado por Lídia Cunha e Henrique Cunha Júnior, nas dependências da Universidade Federal de Pernambuco, quando foi criada a ABPN, que se tornou a principal organizadora do evento, juntamente com algum Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) ou um grupo correlato da região que o sedia. Em 2002, o II COPENE foi organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de São Carlos. Já o III foi realizado em 2004 pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão, em São Luiz. Em 2006, a atividade foi organizado pelo CEPAIA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa Pós-Graduação da Universidade do Estado da Bahia em Salvador. Sendo que o V COPENE ocorreu em Goiânia nas dependências da Universidade Federal de Goiás, em 2008. A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em seu Campus Maracanã, organizou o último COPENE, em 2010.

O I Congresso de Pesquisadores Negros aconteceu no ano de 2000. Ele foi coordenado por Lídia Cunha e Henrique Cunha Júnior, nas dependências da Universidade Federal de Pernambuco, quando foi criada a ABPN, que se tornou a principal organizadora do evento, juntamente com algum Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) ou um grupo correlato da região que o sedia. Em 2002, o II COPENE foi organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de São Carlos. Já o III foi realizado em 2004 pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão, em São Luiz. Em 2006, a atividade foi organizado pelo CEPAIA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa Pós-Graduação da Universidade do Estado da Bahia em Salvador. Sendo que o V COPENE ocorreu em Goiânia nas dependências da Universidade Federal de Goiás, em 2008. A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em seu Campus Maracanã, organizou o último COPENE, em 2010.
 
O COPENE tem como principal intenção apresentar e discutir os processos de produção e difusão de conhecimentos intrinsecamente ligados às lutas históricas empreendidas pelas populações negras nas Diásporas Africanas, emanadas nos espaços de religiosidades, nos quilombos, nos movimentos negros organizados, na imprensa, nas artes e na literatura, nas escolas e universidades, nas organizações não-governamentais, nas empresas e nas diversas esferas estatais, que resistem, reivindicam e propõem alternativas políticas e sociais que atendam às necessidades das populações negras, visando a constituição material dos direitos. Deste modo, serão apresentados concomitantemente os seguintes seminários:
II Seminário Internacional de Pesquisadores/as Negros/as;
I Seminário de Iniciação Científica da ABPN;
I Encontro Nacional de Pesquisadoras e Pesquisadores em Saúde da População Negra.
 
 
 

Seminário Educação e Relações Étnico-Raciais


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
Seminário Educação e Relações Étnico-Raciais Data: 25 de maio de 2012, sexta-feira Horário: de 9h às 18 h LOCAL: Auditório Anísio Teixeira SGAS, Av. L2 Sul, Quadra 607, lote 50, Térreo – Brasília – DF Entrada Franca
Data/Horário 25/05/2012
09h – 09h30 Mesa de Abertura Presidente do CNE Presidente da Câmara de Educação Básica do CNE MEC, SEPPIR, Fund. Cultural Palmares Coordenação do seminário: Conselheira Nilma Lino Gomes - CEB/CNE
9h 30 -10h30 Painel I Direito Educacional, Diversidade e Igualdade Racial Prof. Dr. Hédio Silva Junior (Universidade Zumbi dos Palmares/ CEERT) Coordenação: Conselheira Nilma Lino Gomes - CEB/CNE
10h30 – 11h Coffee Break
11h – 12h30 Painel II Relações Étnico-Raciais, história e cultura africana e afro-brasileira na Educação Básica: dimensões políticas, pedagógicas e literárias Prof. Dr. Valter Roberto Silvério (UFSCAR) Profa. Dra. Heloisa Pires Lima (antropóloga e autora de obras infanto-juvenis) Coordenação: Conselheira Rita Gomes do Nascimento - CEB/CNE
12h30 – 14h Almoço
14h – 15h30 Painel III Educação, relações étnico-raciais e educação quilombola: desafios e perspectivas para a Educação Básica Prof. Dr. Rodrigo Ednilson de Jesus (UFVJM) Prof. Dra. Georgina Nunes Silva (UFPEL) Coordenação: Prof. Dra. Maria da Glória Moura - UNB, assessora CEB/CNE para questões quilombolas
15h30 – 16:00 Coffee Break
16h – 17 h 17h - 17h30 17h30 - 18:00 As ações Afirmativas nas Universidades Públicas Brasileiras: avanços e desafios da educação superior Prof. Dr. José Jorge de Carvalho – UNB/INCT Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa Coordenador: Conselheiro Moacir Feitosa – CEB/CNE Lançamento do Mapa das Ações Afirmativas na Educação Superior pelo INCT Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa Encerramento

Sistema de Cotas

Entenda o Sistema de Cotas da UnB

 

Perguntas frequentes

 

Sobre o Sistema de Cotas Para Negras e Negros

Sistema de Cotas Para Negras/os da UnB é um sistema que, no contexto do vestibular tradicional, configura modalidade de concorrência especifica vide edital, isso, pois após décadas de estudos científicos, debates no âmbito dos movimentos sociais e do Estado, foram delineados os contornos da exclusão fruto do racismo e da intolerância ao arcabouço sociocultural de afrodescendentes e indígenas, o que caracterizou, através de inúmeras formas diretas e indiretas, exclusão majoritária de pessoas negras e indígenas dos espaços de poder, assim como são os espaços de estudos e produção de conhecimento. As consequências disso se dão em todos os âmbitos gerando um sem número de prejuízos para a sociedade como um todo.  Leia mais...

Diante da atrocidade que significa esse fenômeno e diante da obrigação constitucional de promover avanços em conhecimentos e práticas que atuem na propulsão da vida em sociedade, a Universidade de Brasília, sob sua autonomia legal, em foro interno com a participação de especialistas e representantes responsáveis pelas várias instâncias que a compõe, em meados da primeira década dos anos 2000 chegou a essa medida pioneira em universidades federais brasileiras, porém, a essa altura também adotada em outras regiões do país e do mundo.

 

Todos os cotistas são aprovados no vestibular, não há critérios facilitadores, há apenas concorrência específica: negros concorrem com negras dentro daquele percentual de vagas, as provas e os critérios são os mesmos. E mesmo assim, além do mérito da prova, pessoas negras, assim como outras pessoas de grupos preteridos, possuem o mérito de uma trajetória de superação. Há menos de 150 anos o Brasil mantinha senzalas e ainda hoje as mantém em seus padrões de exclusão desumanizadora, não há esforço individual capaz de ignorar a força das condicionantes de origem estrutural.

 

( FONTE: MACHADO, Natália M. A. ‘Em Prol da Cotas Para a População Negra nas Universidades’. CMI, 2009,   

 

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